Lona de caminhão: 6 dicas de manutenção

Abaixo seis dicas de manutenção da lona:

1-A manutenção e limpeza adequadas são imprescindíveis para a durabilidade da lona.

2-A lona deve ser limpa com água e sabão neutro, evitando o uso de produtos químicos e escovas para não correr o risco de tirar o plastificante da lona de PVC.

3-O carreteiro deve evitar o uso de cantoneiras de metal sob a lona.

4-Arrastar a lona sobre superfícies ásperas e imperfeitas, guardá-la suja ou molhada são práticas que podem danificar o material.

5-Na hora de amarrar a lona, o indicado é não forçar a cobertura em quinas e cantos do caminhão, não usar ganchos ou ferramentas para puxar as argolas.

6-Outra orientação é fazer o mesmo tipo de fixação em toda a lona e principalmente evitar que não fique solta na parte traseira.

Fonte: Revista O Carreteiro

Veja as novas datas para instalação do dispositivo de identificação eletrônica em caminhões

Foi divulgado – pela A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) – na última sexta-feira (4), no Diário Oficial da União o novo cronograma para instalação da TAG, dispositivo de identificação eletrônica, nos veículos de carga cadastrados no RNTRC (Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas).

A TAG é uma etiqueta eletrônica implantada nos para-brisas dos veículos. Ela permite que seja possível, entre outras coisas, realizar a fiscalização remota do registro do transportador.

A medida, que integra o projeto do Siniav (Sistema Nacional de Identificação Automática dos Veículos), é obrigatória e, com a nova decisão da ANTT, a identificação eletrônica começará a ser instalada nos veículos a partir de 28 de agosto deste ano. Anteriormente, o prazo era em março.

A agência CNT – Confederação Nacional do Transporte – informou em seu portal que os procedimentos para operacionalizar a instalação da TAG serão divulgados em outro momento, pela ANT e que o cronograma para recadastramento no RNTRC, por sua vez, está mantido.

Veja o novo calendário para instalação da TAG, pelo final da placa dos veículos:

1 – de 28/08/2016 a 06/10/2016

2 – 07/10/2016 a 15/11/2016

3 – 16/11/2016 a 25/12/2016

4 – 26/12/2016 a 03/02/2017

5 – 04/02/2017 a 14/03/2017

6 – 15/03/2017 a 22/04/2017

7 – 23/04/2017 a 31/05/2017

8 – 01/06/2017 a 10/07/2017

9 – 11/07/2017 a 19/08/2017

0 – 20/08/2017 a 28/09/2017

Após 31/12/2016 até 2020:

1 e 2 – 28/09/2017 a 28/10/2017

3 e 4 – 29/10/2017 a 25/11/2017

5 e 6 – 26/11/2017 a 26/12/2017

7 e 8 – 27/12/2017 a 25/01/2018
Fonte: Portal O Carreteiro
9 e 0 – 26/01/2018 a 25/02/2018

Problemas na coluna são os mais tratados por caminhoneiros Cuidados com essa parte do corpo são o foco da primeira etapa do Comandos de Saúde nas Rodovias de 2016

Problemas de coluna estão entre as queixas mais recorrentes de saúde entre motoristas profissionais. Segundo a Pesquisa Perfil do Caminhoneiro?, desenvolvida pela CNT (Confederação Nacional do Transporte), 16% desses trabalhadores relatam já ter realizado tratamento médico em razão de dores nas costas. Além disso, entre os fatores que mais levam os caminhoneiros ao médico, aparecem pressão alta, com 11%, e problemas de visão, com 8%.

Conforme a fisioterapeuta do SEST SENAT, Francieli Lodi, muitas vezes isso decorre da má postura aliada a longas horas na direção e falta de atividade física. Mas ela lembra que há cuidados que podem ser adotados, diariamente, para evitar as dores ou o aparecimento de danos maiores à coluna. “É preciso fazer alongamentos e ter muito cuidado com a postura. Manter as costas bem encostadas no banco, de modo que forme um ângulo de 90 graus. E os braços, ao volante, devem ficar levemente flexionados”, explica ela.

Comandos de Saúde foca nos cuidados com a coluna

Os cuidados com a coluna são o principal foco da primeira etapa de 2016 do projeto Comandos de Saúde nas Rodovias, desenvolvido pelo SEST SENAT e pela PRF (Polícia Rodoviária Federal), nesta quarta-feira (16). A iniciativa promove atendimentos gratuitos a motoristas profissionais às margens de BRs. Por oferecer exames rápidos, é uma chance de os profissionais avaliarem as condições gerais de saúde, sem precisar desviar a rota ou parar o transporte por muito tempo. Além disso, os profissionais recebem orientações, que ajudam a melhorar a qualidade de vida.

Em dez anos de atividades, os dados compilados a partir dos atendimentos realizados pelo Comandos de Saúde também oferecem um retrato das condições de saúde dos motoristas. Dos profissionais beneficiados pelo projeto, 41% estão acima do peso; 36% estão obesos; 23% são hipertensos; 21% apresentaram a frequência cardíaca alterada; em 15% foi constatado algum quadro de hiperglicemia; 3%, diabetes; 5% têm algum tipo de problema auditivo; e 3%, problemas de ofuscamento na visão.

Atendimento no SEST SENAT

As Unidades Operacionais do SEST SENAT oferecem, aos profissionais do transporte, serviços de saúde nas áreas de assistência odontológica, nutricional, fisioterápica e psicológica. Os prontuários dos trabalhadores são interligados nacionalmente por um sistema de gestão, que permite ao trabalhador em trânsito iniciar o tratamento em uma localidade e terminar em qualquer outra que tenha uma Unidade, com prioridade no atendimento a fim de não atrasar a continuidade do trabalho deste profissional.

Fonte:Natália Pianegonda Agência CNT de Notícias

Denatran recomenda “bom senso” na fiscalização de trânsito, diante de impasse sobre o exame toxicológico Segundo o diretor do órgão, não estão sendo emitidas novas CNHs C, D e E sem o teste, exceto para os estados onde há liminares judiciais

A lei que obriga o exame toxicológico (13.103/2015) para obter ou renovar a CNH (Carteira Nacional de Habilitação) nas categorias C, D ou E está em vigor desde o dia 2 de março?. No entanto, em alguns estados, os Detrans (Departamentos de Trânsito) não estão cumprindo a determinação, o que tem impossibilitado que motoristas regularizem seus documentos. Por enquanto, somente os estados de São Paulo, Goiás e Mato Grosso do Sul têm liminares judiciais que garantem a liberação do exame.

O diretor do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito) e presidente do Contran (Conselho Nacional de Trânsito), Alberto Angerami, afirma que o órgão está recorrendo das decisões da Justiça. Ele alerta que, nos estados em que os Detrans optaram por não exigir o exame, os diretores poderão ser responsabilizados por descumprirem uma lei federal. Além disso, o Denatran não emitirá a nova CNH dos motoristas. No Rio Grande do Sul, por exemplo, o Detran divulgou que três mil condutores estão com o documento bloqueado pela falta do teste.

Em entrevista à Agência CNT de Notícias, Angerami disse que o Departamento Nacional de Trânsito recomendou aos órgãos de fiscalização de trânsito “bom senso” se identificarem que os profissionais do transporte estão com a CNH vencida, especialmente se forem de estados onde o impasse permanece.

Leia a íntegra da entrevista:

De que forma o Denatran tem buscado solucionar essa questão junto aos Detrans que não estão cumprindo a exigência do exame toxicológico?

Até o momento, três estados estão cobertos por uma liminar da Justiça. Os motoristas desses estados (SP, GO, MS), óbvio, ficarão isentos do exame toxicológico. A carteira será expedida apenas com os exames de praxe: físico e psicológico. Os outros estados que, em nome próprio, estão tomando essa medida, serão responsabilizados por descumprirem a lei. Mais do que isso, terão, os motoristas, um grande prejuízo, porque eles não poderão renovar as carteiras de habilitação. O jurídico do Denatran e do Ministério das Cidades já está tomando providências. Queremos que os motoristas profissionais desses estados não sejam prejudicados.

Quais providências?

A providência é a exigência para que cumpram a lei. É crime de responsabilidade descumprir uma lei federal, estadual ou municipal. A lei foi devidamente sancionada, entrou em vigor, nós demos prazo para o início dos exames toxicológico, os laboratórios foram credenciados. Temos mais de 2.500 laboratórios coletores de material, espalhados pelo Brasil. Toda infraestrutura foi criada para que pudéssemos fazer o exame toxicológico. Aqueles que não cumprirem, a não ser que haja uma determinação judicial, serão responsabilizados. Por isso, eu lamento que alguns gestores de Detrans tenham tomado essa iniciativa. Lamento profundamente. Os governos não poderiam, em hipótese alguma, aceitar esse tipo de medida, que é deletéria para o cidadão.

Que recomendação o Denatran dá aos motoristas que estão enfrentando essa dificuldade, sem saber como agir diante dessa falta de entendimento?

É óbvio que estamos tomando as providencias jurídicas necessárias. Fizemos as comunicações de praxe aos Detrans que estão retardando o exame toxicológico. As alegações são esdrúxulas, aleatórias, absurdas. Porque dizem: “nós não temos infraestrutura”. O Detran não precisa ter infraestrutura para que o exame seja realizado. A estrutura é dada pelos laboratórios que forem credenciados e temos convicção de que mais de 2.500 laboratórios foram contratados por esses credenciados para a coleta do material. Ao Detran só vai competir, na sua respectiva área, as clínicas credenciadas e os médicos para examinar os casos em que há uma justificativa. Ou seja, quando o exame deu positivo para certa substância, mas o motorista está usando uma medicação receitada por médico. Nesses casos, o médico do Detran vai examinar e aprovar o candidato. Esse é o único encargo do Detran.

Então, se o motorista é de um estado em que o Detran não está exigindo, por decisão própria, o exame toxicológico, o Denatran não vai emitir a nova CNH?

O Denatran não vai emitir a CNH.

E como não penalizar o transportador, se ele não conseguiu renovar a carteira de habilitação no seu estado e passar por uma fiscalização em outro local do Brasil?

Óbvio que deve haver bom senso de quem vai fiscalizar, dos agentes de trânsito, quer no perímetro urbano, quer nas estradas, para verificar os estados que não estão cumprindo a lei e não aplicar penalidades que seriam aplicadas no caso da não renovação da habilitação. É uma questão de bom senso dos agentes fiscais. Eu creio que, nos estados onde o diretor não está exigindo o exame, ele não vai poder punir ninguém que não renovou a habilitação por falta de exame toxicológico. Seria um contrassenso, uma idiotice se nesse estado punissem os motoristas que não renovassem suas carteiras. Em todo o país terá que haver bom senso. O agente, que deve conhecer esse metiê, deve dizer: “poxa, esse motorista, esse trabalhador, não conseguiu renovar porque o Detran do seu estado não está cumprindo a lei”. Isso é uma recomendação que estamos passando para os órgãos fiscalizadores. Seria um contrassenso punir o motorista que quis renovar a carteira, mas não pôde por falta de exame toxicológico.

Já há recurso contra as decisões judiciais, nos estados, contrárias à aplicação do exame toxicológico?

Goiás e São Paulo já há recurso. Quando a lei foi sancionada eu parei de fazer comentários sobre o exame toxicológico. Não falo se sou a favor ou contra, não falo das restrições que eu tinha. Sou agente público, tenho que cumprir a lei, e eu gostaria que meus colegas dos Detrans também a cumprissem.

Quanto tempo esse tema ficou em discussão no Contran?

Esse assunto vem sendo debatido há cinco anos. O que se discutiu muito foi a respeito se o exame teria o condão de diminuir o índice de acidentes. Algumas entidades sérias, idôneas disseram que não. Outras, também serias e idôneas, disseram que sim. Ficou esse embate de opiniões. Isso ainda quando havia apenas uma resolução do Contran sobre o assunto. A lei foi de iniciativa da Câmara e, depois que ela foi aprovada e sancionada, cessa-se as discussões e começa-se a cumprir a lei. A discussão foi acadêmica, foi calorosa, por meses e meses. Eu recebi, no meu gabinete, várias entidades de classe de caminhoneiros que falavam que havia necessidade do teste, para que os maus motoristas fossem extirpados do meio. Outras falavam: “mas se o exame foi positivo, o motorista será tratado, receberá uma assistência, ou será jogado na rua e perderá o emprego?”. Eu disse: “a lei é clara, vai ser assistido sim”. Eu acho que o dependente químico é um doente que precisa ser tratado e não podemos abandonar quem deu positivo no exame à própria sorte. Eu tenho defendido a tese de que tem que tratar.

O Denatran continuará com estudos para o uso do equipamento que permite identificar o consumo de drogas nas fiscalizações rotineiras de trânsito, semelhante ao bafômetro?

Eu tenho repetido quando digo que a nossa grande missão no Denatran, hoje, é preservação de vidas. Não podemos mais conviver com 50 mil mortes por ano no trânsito do Brasil. São aposentadorias precoces, vidas perdidas. A nossa previdência gasta cerca de R$ 40 bilhões por ano em razão de acidentes de trânsito. Isso não pode continuar acontecendo. Então, tudo o que for feito para preservar vidas, tem o meu apoio. Agora, com uma lei em vigor, seja ela inócua ou não, eu, como agente público, tenho que exigir que ela seja cumprida.
Natália Pianegonda
Agência CNT de Notícias

Bridgestone eleita a “Fabricante de pneus do Ano”

Reconhecendo a Bridgestone por seus impressionantes investimentos globais de P&D (pesquisa e desenvolvimento) na área de produção sustentável, um júri independente de especialistas da indústria de pneumáticos elegeu a Bridgestone como “Fabricante de pneus do ano” na edição 2016 do Tire Technology International Awards for Inovation and Excellence.

O anúncio foi feito em cerimônia de gala durante a exposição “Tire Technology”, em Hanover, Alemanha, no dia 17 de fevereiro. Na ocasião, Eduardo Minardi, Presidente Executivo e CEO da Bridgestone EMEA (Europe, Middle East e Africa) recebeu o prêmio em nome da Bridgestone Corporation.

“Todos na Bridgestone estão imensamente orgulhosos de receber este reconhecimento. P&D e inovação estão no centro de todas as nossas atividades. Este é o único caminho que pode nos levar a um futuro sustentável”, disse Minardi em seu discurso.

Os juízes destacaram várias realizações da Bridgestone em P&D e produção sustentável durante o ano de 2015. Dentre elas, um investimento de US$ 250 milhões na cidade de Tóquio, Japão, para instalações que fomentam a inovação aberta baseada na colaboração entre indústria, governo e universidades. Sobre essa ação, Graham Heeps, editor da revista Tire Technology International e presidente da comissão julgadora, declarou:

“Parabéns a Bridgestone. Parte desta reorganização inclui o aumento da colaboração com empresas externas. A Bridgestone, como outras fabricantes, reconheceu que o futuro dos pneus exigirá inovações de fora da indústria tradicional de pneumáticos, com materiais e produtos eletrônicos como principais áreas de foco. É uma mudança bem-vinda em uma indústria, por vezes, caracterizada por uma abordagem secreta, voltado para si mesmo”.

O jurado citou também três outras realizações da Bridgestone em 2015:

– Primeiro pneu de carro de passeio elaborado com borracha natural obtido inteiramente da Guaiúle – planta que cresce somente em regiões áridas de deserto – que contribuirá para a diversificação das fontes de borracha natural.

– Atualização e recolocação do Centro Técnico da Bridgestone Ásia na Tailândia.

– Produção sustentável na fábrica de pneus da cidade de Wilson (Estados Unidos), que se tornou uma instalação de zero resíduo de aterro.

Além dos projetos citados, os juízes ficaram impressionados com o compromisso global da Bridgestone para o crescimento através de investimentos em P&D, como Flavio Farroni, pesquisador da Universidade de Nápoles Federico II, Itália, demonstrou:

“A Bridgestone, e em particular o Centro Técnico da Bridgestone Europa, aumentou o seu know-how, pessoal e orçamento de P&D durante o ano de 2015. É um sinal claro de uma empresa fortemente motivada para crescer nos próximos anos, reforçando a sua posição de referência no desenvolvimento de pneus e campo de produção.”

Esta é a quinta vez que a Bridgestone ganhou um prêmio “Tire Technology” desde que o programa foi introduzido em 2008. No ano inaugural, a Bridgestone também ganhou o prêmio de “Fabricante de pneus do ano”, seguido dos prêmios de tecnologia pela criação da tecnologia CAIS (Sensoriamento de informações da área de contato) em 2012; a tecnologia Ologic de resistência ao rolamento em 2013 e o prêmio de realização ambiental em 2013 pela criação do novo centro técnico nos Estados Unidos.

Sobre a Bridgestone Europa
A Bridgestone Europa (BSEU), com localização em Bruxelas, Bélgica, é uma subsidiária regional chave da sede da Bridgestone Corporation, maior fabricante mundial de pneus e outros produtos de borracha. Bridgestone Europa opera um centro de P&D, 10 plantas e escritórios em mais de 30 países europeus, com 12.500 empregados. Os pneus premium da BSEU são vendidos tanto na Europa como a nível mundial.

Para mais informações sobre Bridgestone Europe visite www.bridgestone.eu www.bridgestonenewsroom.eu ou encontre-nos no Facebook e Twitter.

Sobre o Tire Technology International Awards for Inovation and Excellence
Os prêmios Tire Technology International Awards for Inovation and Excellence, fundada em 2008, recompensa o pensamento inteligente e trabalho duro da indústria de design de pneu e fabricação. A lista é compilada a partir de indicações recebidas dos leitores da Tire Technology International, e com a equipe editorial da revista. Em seguida, é enviado para o painel independente de especialistas internacionais da indústria de pneus para que seus votos e determinem os vencedores, com as apresentações feitas na Tire Technology Expo, em Hanover, no mês de fevereiro.

Para mais detalhes, acesse www.tiretechnology-expo.com

 

Fonte: www.bridgestone.com.br